quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Vuelven los Talleres del MOMUSI

¡Hola compañeras y compañeros!

Depois de ouvir o programa "Aprendendo espanhol", do Serelepe, eu fiquei todo metido a la besta e também estoy aprendendo español! Viu só?

Mas não foi isso que yo vim dizer. Estoy acá para contar a vocês que o MOMUSI (Movimiento de música para niñas y niños) realizará uma oficina (taller, em espanhol) muito interessante agora no mês de setembro.

O taller tiene como función generar espacios de formación, acción y reflexión que favorezcan la creatividad y la sensibilidad de aspectos ligados a la música como lenguaje artístico, a la escucha y a producción de música para niñas y niños. 

Tienen como destinatarios a educadores musicales, músicos, docentes del área artística, docentes en general de los distintos niveles educativos,comunicadores sociales y estudiantes de las carreras artísticas.

(Viu só como estou arrasando no espanhol?)


Para más informações, bata olhar essa imagem acá abajo. 







Abrazos! Fui.

SuperUltraMegaFluuu

Na próxima sexta-feira, dia 04 de setembro, acontecerá o show de lançamento do disco SuperUltraMegaFluuu, da artista mineira Érika Machado, no Teatro Bradesco.

Espia só!


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Letras das brincadeiras que fizemos em Prudente de Morais





Letras das canções e das brincadeiras –
A música e o brincar na formação das crianças
Escola Municipal Laerte Fraga
Prudente de Moraes - MG
27/08/2015


1.       BAMBU TIRA BU (BA)
Transmitida por: Adelson F. Murta Filho e Lydia Hortélio (1993)


Bambu tira bu
aroeira mantegueira
tirará  (nome da pessoa)
para ser bambu


2.       COQUEIRO BALANÇOU (MG)
Transmitida por: José Alfredo Debortoli

Oh, minha gente / No balanço do mar
Coqueiro balançou / Coqueiro balança

3.       LÁ VAI O GANSO (Tradicional – MG). Transmitido por: indeterminado. Diálogo: – Lá vai o ganso;
– O quê? – O ganso; – Ah! O ganso; – Lá vai o ganso; – O quê? Como se joga: Em roda, sentados ou em pé. Um jogador é o guia (J-1). Ele começa a brincadeira, dizendo para o jogador de sua direita ou esquerda (J-2): – Lá vai o ganso. Esse jogador que recebeu a mensagem responde, perguntando: – O quê? O guia (J-1) responde, modificando a voz (e/ou fazendo gestos): – O ganso. O outro (J-2) entende e diz: – Ah! O ganso. Este, J-2, diz para o outro (J-3), seguindo a mesma direção na roda dada pelo primeiro: – Lá vai o ganso. O outro (J-3) responde, perguntando e usando gesto e voz diferentes: – O quê?; e o outro (J-2) dirige a mesma pergunta – O quê?, imitando o J-2 e dirigindo a pergunta ao J-1, que responde de uma outra forma expressiva: – O ganso. O J-2 diz – O ganso, imitando a maneira como o J-1 disse. O J-3 entende e diz – Ah! O ganso. E diz ao J-4: – Lá vai o ganso. O J-4 responde perguntando com outra expressividade: – O quê? O J-3 vira e pergunta ao J-2, imitando o jeito do J-4: – O quê? O J-2 pergunta ao J-1, – O quê?,  que responde ao J-2 com outro gesto e outra voz, que responde ao J-3, que responde ao J-4 – O ganso. O J-4 entende e diz: – Ah! O ganso e diz para o J-5: – Lá vai o ganso. O J-5 responde e pergunta com expressividade diferente daquela feita pelo J-4: – O quê? O J-4 pergunta ao J-3, que pergunta ao J-2, que pergunta ao J-1 – O quê?, imitando a expressão dada pelo J-5. O J-1 responde ao J-2 com uma nova expressão gestual e vocal: – O ganso! O J-2 diz ao J-3, que diz ao J-4, que diz ao J-5, que entende e diz: – Ah! O ganso. Faz-se esse percurso até chegar ao final da roda. Quando chegar ao final, o J-1 pode continuar ad infinitum até os jogadores se cansarem ou terminar o jogo, dizendo – O quê? Esse “o quê” refaz todo o percurso na roda e quando é retornado ao J-1, este responde: – Eu sei, fui eu quem o soltei.



4.       CHEP CHEP (MG)
Transmitida por:  Lydia Hortélio (l989)

Quando eu fui a Nova Iorque
visitar a minha mãe
minha mãe me ensinou
a dançar o chep chep
uia chep chep
uia chep chep
aui, auê.



5.       ÚNGARA (Tradicional - Argentina)
Transmitida por Luís Pescetti

Úngara, úngara, úngura
um gangá um gangá, um gangá
Úngara, úngara, úngura
um gangá um gangá, um gangá
Te quiero para mí
Yo, yo, tu, tu, tu
Yo, yo, tu, tu, tu.

6.       BATE O MONJOLO (MG)
Transmitida por: M. Cecília Resende  (l985)

Bate o monjolo no pilão /
pega a mandioca pra fazer farinha
onde foi parar meu tostão
ele foi para a vizinha.

7.       El Florón – Colômbia
Transmitida por Clara Calderón e Tita Maia

El florón está en mi mano
en mi mano está el florón
ese señor picarón
tiene cara de ladrón.
Ya se va el florón por el callejón
dando vueltas va por el callejón.
me dejó una flor, me dejó un amor
ya se va el florón por el callejón.


8.       JACARÉ BOIÔ

 Eu sou, eu sou, eu sou
Eu sou Jacaré Boiô
Sacode o rabo jacaré
Sacode o rabo jacaré
Sou jacaré boiô

9.       CACURIÁ

Caranguejinho tan, tan, tan, tan
Caranguejinho tan, tan, tan, tan
Tá na boca do buraco
Caranguejo, sinhá!
Tá na boca do buraco
Caranguejo, sinhá!

10.   PÃO
Todo dia o padeiro faz o pão, faz o pão
Faz, faz, faz, faz o pão!
Todo o dia o padeiro amassa o pão, amassa o pão, amassa o pão
Amassa, amassa, amassa o pão!
Pão, pão, pão, pão, pão...

11.   FORMIGA MIÚDA

Ai formiga miúda, oi coça aqui,
Oi, coça aqui, oi coça ali!

12.  
Fia, fia, fia, Maninha
Fia, fiafó
Vai tecendo a roda, Maninha
Até formar um nó

13.   TINDOLELÊ

Oi, abre a roda, tindolelê
Oi, abre a roda, tindolalá
Oi, abre a roda, tindolelê, tindolelê, indolalá

14.   PISA NO CHICLETES

Pisa no chicletes
Dá uma rodadinha
Chifre de capeta
Dança da galinha
Coci, coci, coci, coci, coçá!
Quem parar de perna aberta tem que rebolar

15.   UATATÁ
Uatatá, uatatá
Guli, guli, guli, guli uatatá
Arave, arave
Guli, guli, guli, guli uatatá

ARAM SAM SAM
Aram sam sam
Aram sam sam
Guli, guli, guli, guli, guli aram sam
Arave, arave
Guli, guli, guli, guli, aram sam sam
Arave, arave
Guli, guli, guli, guli, aram sam sam



OUTRAS BRINCADEIRAS (SEM LETRAS)


16.   CASA, MORADOR, TERROMOTO

17.   FLECHA (Passar a palma / “Sim”- “Não)


18.   LABIRINTO (ou GATO E RATO)



Bibliografia

 

ALMEIDA, Renato. Folclore. Rio de Janeiro: Ministério de Educação e Cultura, 1976. Cadernos de Folclore.
ALLEAU, René [Direção]. Dicionário de Jogos. Porto: Editorial Inova, 1973.
ARANTES, Valéria Amorim (Org.). Jogo e Projeto: Pontos e Contrapontos. São Paulo: Summus, 2006.
BRITO, Teca Alencar de. Música na educação infantil. São Paulo: Peirópolis, 2003.
_____. Quantas músicas tem a música? ou Algo estranho no museu. São Paulo: Peirópolis, 2009.
BROUGÈRE, Gilles. “A criança e a cultura lúdica”. In: KISHIMOTO, Tizuko M. (Org.). O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, 1998.
_____. Brinquedo e Cultura. São Paulo: Cortez, 1995.
CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. Lisboa: Cotovia. 1990.
CASCUDO, Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Belo Horizonte: Itatiaia, 5ª Ed, 1984.
CASCO, Patrício. Tradição e Criação de Jogos – reflexões e propostas para uma cultura corporal. São Paulo: Peirópolis, 2007.
FONTOURA, Mara et SILVA, Lydio Roberto. Cancioneiro Folclórico Infantil: um pouco a mais do que foi dito. Curitiba: Cancioneiro, 2001.
GARCIA, Rose Marie e MARQUES, Lílian Argentina. Jogos e Passeios Infantis. Porto Alegre: Kuarup, 1989.
______. Brincadeiras Cantadas. Porto Alegre. Kuarup, 1988.
HEYLEN, Jacqueline. Parlenda, riqueza folclórica. São Paulo: Hucitec, 1991.
HUIZINGA, John. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 1993.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos Tradicionais Infantis. Rio de Janeiro: Vozes, 1993.
______. O jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1998.
KOUDELA, Ingrid Dormien. “Classificação, evolução e condução dos jogos infantis”. In: Congresso Nacional de Arte-Educadores, 8, 1995, Florianópolis. VIII Congresso Nacional da Federação de Arte-Educadores do Brasil - FAEB. Florianópolis: FAEB/UDESC, p. 24 a 33, 1995.
MACEDO, Lino de; PETTY, Ana L. S. e PASSOS, Norimar C. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005.
MELO, Veríssimo de. Folclore Infantil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1985.
MIRANDA, Nicanor. 210 jogos infantis. Belo Horizonte: Itatiaia, 1992.
_____. 200 jogos infantis. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
NICOLETE, Adélia. “Criação dramatúrgica a partir de jogos tradicionais”. In: MENCARELLI, Fernando (Org.). Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Belo Horizonte: Editora Fapi, 2008. Disponível em http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/pedagogia/Adelia%20Nicolete%20-%20Criacao%20dramaturgica%20a%20partir%20de%20jogos%20tradicionais.pdf (último acesso em 21/09/2011).
NOVAES, Iris Costa. Brincando de Roda. Agir, 1983.
PEREIRA, Eugênio Tadeu. Práticas lúdicas na formação vocal em teatro. Orientadora: Maria Lúcia Pupo. 2012. 235p. Tese (Doutorado em Artes) – Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27155/tde-30082012-152236/pt-br.php
PEREIRA, Eugênio Tadeu (Et Al). Pandalelê: Arquivo Lúdico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1997. (Nº 11, Coleção ‘Quem Sabe Faz’ – Pró Reitoria de Extensão).
_____.(Org.). Pandalelê! Brinquedos Cantados. São Paulo: Palavra Cantada/MCD, 2001.
PEREIRA, Margarete Cruz. “O jogo teatral das brincadeiras populares no processo de educação”. In: RABETTI, Maria de Lourdes (Org.). Anais do IV Congresso da ABRACE Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.

POYES, Bernadete Gama Gomes. “Jogos e brincadeiras na Educação Infantil”. In: RABETTI, Maria de Lourdes (Org.). Anais do IV Congresso da ABRACE- Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.


Discografia



ANDRADE, Mário. Missão de Pesquisas Folclóricas- Música tradicional do norte e nordeste. São Paulo: SESC-SP/Prefeitura de São Paulo, 2007. CD.
BEDRAN, Bia. Brinquedos Cantados. Rio de Janeiro: Ângelus, 2004. CD.
BRITO, Teca Alencar (Coord.) Música pra todo lado. São Paulo: Teca Oficina de Música, 2002. CD.
_____. Nós que fizemos. São Paulo: Teca Oficina de Música, 2000. CD.
_____. Cantos de vários cantos. São Paulo: Teca Oficina de Música, 1998. CD
_____. Canto do povo daqui. São Paulo: Teca Oficina de Música, 1997. CD.
CORO INFANTIL DO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO. Villa-Lobos para crianças. Instituto Itaú Cultural/FUNARTE, 1998.
FONTOURA, Mara et SILVA, Lydio Roberto. Cancioneiro Folclórico Infantil: um pouco mais do que já foi dito. Curitiba: Cancioneiro/ Gramofone +, 2001. Vol 1 e 2.
______. Cancioneiro Folclórico Infantil: um pouco mais do que já foi dito. Curitiba: Cancioneiro/ Gramofone +, 2013. Vol. 3
GRUPO DE PERCUSSÃO DA UFMG et CORAL INFANTO-JUVENIL PALÁCIO DAS ARTES (Fundação Clóvis Salgado). Villa-Lobos e os brinquedos de roda. Belo Horizonte/São Paulo: FUNDEP/UFMG/ MCD
HORTÉLIO, Lydia. Ô bela Alice... música tradicional da infância no sertão da Bahia no começo do século XX. Salvador: Casa das 5 Pedrinhas, s/data. CD.
_____. Abra a roda tin dô lê lên. São Paulo: Brincante, s/data.b. CD.
INSTITUTO DO TRÓPICO SUBÚMIDO/CENTRO DE FOLCLORE E HISTÓRIA CULTURAL. Sons do Cerrado. Vol. 7. Goiânia: Universidade Católica de Goiás, 2003. CD. (Produtores: Fernando Santos e Juliana Alves).
LOUREIRO, Maristela et TATIT, Ana. Para os pequenos. São Paulo: Melhoramentos, 2015. (Brinco e Canto).
_____. Desafios Musicais. São Paulo: Melhoramentos, 2014 (Brinco e Canto).
_____. Brincadeiras Cantadas de Cá e de Lá. São Paulo: Melhoramentos, 2013. (Brinco e Canto)
MADUREIRA, Antônio (arranjos) in SOLANGE MARIA e ANTÔNIO NÓBREGA. Brincadeiras de roda, estórias e canções de ninar. Eldorado, 1983. CD.
_____. Brincando de roda. Intérprete Solange Maria e Coro Infantil. São Paulo: Eldorado, 1984.
MAHLE, Ernest. Viajando pelo Brasil. Orquestra Jovem Sesiminas. Belo Horizonte: Usina Alvorada/FIEMG, 2005. CD.
MARQUES, Francisco (Chico dos Bonecos). Histórias gudórias de gurrunfórias de maracutórias xiringabutórias. São Paulo: Palavra Cantada, 1999. CD.
MARQUES, Francisco; MARQUES, Estêvão; PETTIER, Marina et STOK, Fê. Brasil for children. São Paulo: Peirópolis, 2015.
MOURA, José Adolfo (coord). Música na Escola. Belo Horizonte: Governo do Estado de Minas Gerais, 1997. CD.
NEGRÃO, Sílvia. Catibiribão – Baú de músicas e brincadeiras. Volumes 1 e 2. Belo Horizonte: Sílvia Negrão, 2004. CD.
____.Rabiola ola catibiribola. Belo Horizonte: Sílvia Negrão, 2013. CD
PALAVRA CANTADA. Cantigas de roda. São Paulo: Palavra Cantada, 1998.
PEREIRA, E. Tadeu (org). Pandalelê! Brinquedos Cantados. São Paulo: Palavra Cantada, 2000. CD e CD-Rom.
PERES, Sandra et TATIT, Paulo. Canções de brincar. São Paulo Coleção Palavra Cantada: Palavra Cantada/ Velas, 1996. CD.
PONTO DE PARTIDA e MENINOS DE ARAÇUAÍ. Roda que rola. Barbacena-MG: Ponto de Partida, 1999. CD.
RODAPIÃO, Duo. Dois a dois. Belo Horizonte/ São Paulo. Palavra Cantada, Eldorado, 1997.
_____. Murucututu. Belo Horizonte/São Paulo: Palavra Cantada, 2001. CD.
_____. Nigun. Belo Horizonte: Independente, 2006. CD.

























segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Oficina Serelepe em Prudente de Morais

Oficinas de Jogos e Brincadeiras realizadas no dia 27/08/2015 (manhã e tarde), com 60 professores da educação infantil e do ensino fundamental, a convite da Secretaria Municipal de Educação de Prudente de Morais - MG. Dia de muito aprendizado! Obrigado a todos os presentes, foi muito bacana!!
















quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Letras das brincadeiras que fizemos no OfiCENAS da Fundação de Educação Artística.





         Letras das canções e das brincadeiras – Bibliografia
A música e o brincar na formação das crianças
OfiCenas – Fundação de Educação Artística
21/08/2015

Cris Lima, Eugênio Tadeu, Gabriel Murilo e Reginaldo Santos.



1.       BATE O MONJOLO (MG)
Transmitido por: M. Cecília Resende  (l985)

Bate o monjolo no pilão /
pega a mandioca pra fazer farinha
onde foi parar meu tostão
ele foi para a vizinha.

2.       COQUEIRO BALANÇOU (MG)
Transmitido por: José Alfredo Debortoli

Oh, minha gente / No balanço do mar
Coqueiro balançou / Coqueiro balançá

3.       MARY SY (BA)
Transmitido por: Adelsin

Balança os olhos para Mary Sy/  One, two, Mary Sy

Balança a cabeça para Mary Sy/ One, two, Mary Sy

Balança as bochechas/ para Mary Sy/
One, two, Mary Sy

Balança os ombros ...
Balança as pernas
...
etc etc etc
(Finalizando)
Balança o corpo todo
para Mary Sy
One, two, Mary Sy

O corpo humano é dividido em três partes
Batman, Robin e Batgirl

4.       CHEP CHEP (MG)
Transmitida por: Lydia Hortélio (l989)

Quando eu fui a Nova Iorque
visitar a minha mãe
minha mãe me ensinou
a dançar o chep chep
uia chep chep
uia chep chep
aui, auê.

 

5.       LÁ VAI O GANSO (Tradicional – MG). Transmitido por: indeterminado.
Diálogo: – Lá vai o ganso; – O quê? – O ganso; – Ah! O ganso; – Lá vai o ganso; – O quê? Como se joga: Em roda, sentados ou em pé. Um jogador é o guia (J-1). Ele começa a brincadeira, dizendo para o jogador de sua direita ou esquerda (J-2): – Lá vai o ganso. Esse jogador que recebeu a mensagem responde, perguntando: – O quê? O guia (J-1) responde, modificando a voz (e/ou fazendo gestos): – O ganso. O outro (J-2) entende e diz: – Ah! O ganso. Este, J-2, diz para o outro (J-3), seguindo a mesma direção na roda dada pelo primeiro: – Lá vai o ganso. O outro (J-3) responde, perguntando e usando gesto e voz diferentes: – O quê?; e o outro (J-2) dirige a mesma pergunta – O quê?, imitando o J-2 e dirigindo a pergunta ao J-1, que responde de uma outra forma expressiva: – O ganso. O J-2 diz – O ganso, imitando a maneira como o J-1 disse. O J-3 entende e diz – Ah! O ganso. E diz ao J-4: – Lá vai o ganso. O J-4 responde perguntando com outra expressividade: – O quê? O J-3 vira e pergunta ao J-2, imitando o jeito do J-4: – O quê? O J-2 pergunta ao J-1, – O quê?,  que responde ao J-2 com outro gesto e outra voz, que responde ao J-3, que responde ao J-4 – O ganso. O J-4 entende e diz: – Ah! O ganso e diz para o J-5: – Lá vai o ganso. O J-5 responde e pergunta com expressividade diferente daquela feita pelo J-4: – O quê? O J-4 pergunta ao J-3, que pergunta ao J-2, que pergunta ao J-1 – O quê?, imitando a expressão dada pelo J-5. O J-1 responde ao J-2 com uma nova expressão gestual e vocal: – O ganso! O J-2 diz ao J-3, que diz ao J-4, que diz ao J-5, que entende e diz: – Ah! O ganso. Faz-se esse percurso até chegar ao final da roda. Quando chegar ao final, o J-1 pode continuar ad infinitum até os jogadores se cansarem ou terminar o jogo, dizendo – O quê? Esse “o quê” refaz todo o percurso na roda e quando é retornado ao J-1, este responde: – Eu sei, fui eu quem o soltei.


6.       BAMBU TIRA BU (BA)
Transmitida por:  Adelson F. Murta Filho e Lydia Hortélio (1993)


Bambu tira bu
aroeira mantegueira
tirará  (nome da pessoa)
para ser bambu


 7.       ÚNGARA (Tradicional - Argentina)
Transmitida por Luís Pescetti

Úngara, úngara, úngura
ungangá ungangá, ungangá
Úngara, úngara, úngura
ungangá ungangá, ungangá
Te quiero para mí
Yo, yo, tu, tu, tu
Yo, yo, tu, tu, tu.


8.       El Florón – Colômbia
Transmitida por Clara Calderón e Tita Maia

El florón está en mi mano
en mi mano está el florón
ese señor picarón
tiene cara de ladrón.
Ya se va el florón por el callejón
dando vueltas va por el callejón.
me dejó una flor, me dejó un amor
ya se va el florón por el callejón.

 

 

ALMEIDA, Renato. Folclore. Rio de Janeiro: Ministério de Educação e Cultura, 1976. Cadernos de Folclore.
ALLEAU, René [Direção]. Dicionário de Jogos. Porto: Editorial Inova, 1973.
ARANTES, Valéria Amorim (Org.). Jogo e Projeto: Pontos e Contrapontos. São Paulo: Summus, 2006.
BRITO, Teca Alencar de. Música na educação infantil. São Paulo: Peirópolis, 2003.
_____. Quantas músicas tem a música? ou Algo estranho no museu. São Paulo: Peirópolis, 2009.
BROUGÈRE, Gilles. “A criança e a cultura lúdica”. In: KISHIMOTO, Tizuko M. (Org.). O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, 1998.
_____. Brinquedo e Cultura. São Paulo: Cortez, 1995.
CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. Lisboa: Cotovia. 1990.
CASCUDO, Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Belo Horizonte: Itatiaia, 5ª Ed, 1984.
CASCO, Patrício. Tradição e Criação de Jogos – reflexões e propostas para uma cultura corporal. São Paulo: Peirópolis, 2007.
FONTOURA, Mara et SILVA, Lydio Roberto. Cancioneiro Folclórico Infantil: um pouco a mais do que foi dito. Curitiba: Cancioneiro, 2001.
GARCIA, Rose Marie e MARQUES, Lílian Argentina. Jogos e Passeios Infantis. Porto Alegre: Kuarup, 1989.
______. Brincadeiras Cantadas. Porto Alegre. Kuarup, 1988.
HEYLEN, Jacqueline. Parlenda, riqueza folclórica. São Paulo: Hucitec, 1991.
HUIZINGA, John. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 1993.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos Tradicionais Infantis. Rio de Janeiro: Vozes, 1993.
______. O jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1998.
KOUDELA, Ingrid Dormien. “Classificação, evolução e condução dos jogos infantis”. In: Congresso Nacional de Arte-Educadores, 8, 1995, Florianópolis. VIII Congresso Nacional da Federação de Arte-Educadores do Brasil - FAEB. Florianópolis: FAEB/UDESC, p. 24 a 33, 1995.
MACEDO, Lino de; PETTY, Ana L. S. e PASSOS, Norimar C. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005.
MELO, Veríssimo de. Folclore Infantil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1985.
MIRANDA, Nicanor. 210 jogos infantis. Belo Horizonte: Itatiaia, 1992.
_____. 200 jogos infantis. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
NICOLETE, Adélia. “Criação dramatúrgica a partir de jogos tradicionais”. In: MENCARELLI, Fernando (Org.). Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Belo Horizonte: Editora Fapi, 2008. Disponível em http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/pedagogia/Adelia%20Nicolete%20-%20Criacao%20dramaturgica%20a%20partir%20de%20jogos%20tradicionais.pdf (último acesso em 21/09/2011).
NOVAES, Iris Costa. Brincando de Roda. Agir, 1983.
PEREIRA, Eugênio Tadeu. Práticas lúdicas na formação vocal em teatro. Orientadora: Maria Lúcia Pupo. 2012. 235p. Tese (Doutorado em Artes) – Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27155/tde-30082012-152236/pt-br.php
PEREIRA, Eugênio Tadeu (Et Al). Pandalelê: Arquivo Lúdico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1997. (Nº 11, Coleção ‘Quem Sabe Faz’ – Pró Reitoria de Extensão).
_____.(Org.). Pandalelê! Brinquedos Cantados. São Paulo: Palavra Cantada/MCD, 2001.
PEREIRA, Margarete Cruz. “O jogo teatral das brincadeiras populares no processo de educação”. In: RABETTI, Maria de Lourdes (Org.). Anais do IV Congresso da ABRACE Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.

POYES, Bernadete Gama Gomes. “Jogos e brincadeiras na Educação Infantil”. In: RABETTI, Maria de Lourdes (Org.). Anais do IV Congresso da ABRACE- Congresso Brasileiro de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.

 

Discografia



ANDRADE, Mário. Missão de Pesquisas Folclóricas- Música tradicional do norte e nordeste. São Paulo: SESC-SP/Prefeitura de São Paulo, 2007. CD.
BEDRAN, Bia. Brinquedos Cantados. Rio de Janeiro: Ângelus, 2004. CD.
BRITO, Teca Alencar (Coord.) Música pra todo lado. São Paulo: Teca Oficina de Música, 2002. CD.
_____. Nós que fizemos. São Paulo: Teca Oficina de Música, 2000. CD.
_____. Cantos de vários cantos. São Paulo: Teca Oficina de Música, 1998. CD
_____. Canto do povo daqui. São Paulo: Teca Oficina de Música, 1997. CD.
CORO INFANTIL DO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO. Villa-Lobos para crianças. Instituto Itaú Cultural/FUNARTE, 1998.
FONTOURA, Mara et SILVA, Lydio Roberto. Cancioneiro Folclórico Infantil: um pouco mais do que já foi dito. Curitiba: Cancioneiro/ Gramofone +, 2001. Vol 1 e 2.
______. Cancioneiro Folclórico Infantil: um pouco mais do que já foi dito. Curitiba: Cancioneiro/ Gramofone +, 2013. Vol. 3
GRUPO DE PERCUSSÃO DA UFMG et CORAL INFANTO-JUVENIL PALÁCIO DAS ARTES (Fundação Clóvis Salgado). Villa-Lobos e os brinquedos de roda. Belo Horizonte/São Paulo: FUNDEP/UFMG/ MCD
HORTÉLIO, Lydia. Ô bela Alice... música tradicional da infância no sertão da Bahia no começo do século XX. Salvador: Casa das 5 Pedrinhas, s/data. CD.
_____. Abra a roda tin dô lê lên. São Paulo: Brincante, s/data.b. CD.
INSTITUTO DO TRÓPICO SUBÚMIDO/CENTRO DE FOLCLORE E HISTÓRIA CULTURAL. Sons do Cerrado. Vol. 7. Goiânia: Universidade Católica de Goiás, 2003. CD. (Produtores: Fernando Santos e Juliana Alves).
LOUREIRO, Maristela et TATIT, Ana. Para os pequenos. São Paulo: Melhoramentos, 2015. (Brinco e Canto).
_____. Desafios Musicais. São Paulo: Melhoramentos, 2014 (Brinco e Canto).
_____. Brincadeiras Cantadas de Cá e de Lá. São Paulo: Melhoramentos, 2013. (Brinco e Canto)
MADUREIRA, Antônio (arranjos) in SOLANGE MARIA e ANTÔNIO NÓBREGA. Brincadeiras de roda, estórias e canções de ninar. Eldorado, 1983. CD.
_____. Brincando de roda. Intérprete Solange Maria e Coro Infantil. São Paulo: Eldorado, 1984.
MAHLE, Ernest. Viajando pelo Brasil. Orquestra Jovem Sesiminas. Belo Horizonte: Usina Alvorada/FIEMG, 2005. CD.
MARQUES, Francisco (Chico dos Bonecos). Histórias gudórias de gurrunfórias de maracutórias xiringabutórias. São Paulo: Palavra Cantada, 1999. CD.
MARQUES, Francisco; MARQUES, Estêvão; PETTIER, Marina et STOK, Fê. Brasil for children. São Paulo: Peirópolis, 2015.
MOURA, José Adolfo (coord). Música na Escola. Belo Horizonte: Governo do Estado de Minas Gerais, 1997. CD.
NEGRÃO, Sílvia. Catibiribão – Baú de músicas e brincadeiras. Volumes 1 e 2. Belo Horizonte: Sílvia Negrão, 2004. CD.
____.Rabiola ola catibiribola. Belo Horizonte: Sílvia Negrão, 2013. CD
PALAVRA CANTADA. Cantigas de roda. São Paulo: Palavra Cantada, 1998.
PEREIRA, E. Tadeu (org). Pandalelê! Brinquedos Cantados. São Paulo: Palavra Cantada, 2000. CD e CD-Rom.
PERES, Sandra et TATIT, Paulo. Canções de brincar. São Paulo Coleção Palavra Cantada: Palavra Cantada/ Velas, 1996. CD.
PONTO DE PARTIDA e MENINOS DE ARAÇUAÍ. Roda que rola. Barbacena-MG: Ponto de Partida, 1999. CD.
RODAPIÃO, Duo. Dois a dois. Belo Horizonte/ São Paulo. Palavra Cantada, Eldorado, 1997.
_____. Murucututu. Belo Horizonte/São Paulo: Palavra Cantada, 2001. CD.
_____. Nigun. Belo Horizonte: Independente, 2006. CD.